Quem fui, Hoje.

Um mundo cheio de espaços vazios, aquele que vivemos. Somos traçados por espectros da memória, num diálogo com aquilo que pode ser um futuro próximo. Neste território de montanhas e memórias vive alguém que dese-nha a sua sombra nos espaços por descobrir, que desloca pedras por uma palavra.


Chama-se Maria e é uma mulher do Vale do Neiva, alguém que viveu num espaço frio e apático, agora o seu sangue é revolução e transformação: mu-tação.
O espetáculo “Quem fui, hoje” é uma viagem pela artificialidade do tempo, pela modelação das narrativas construídas e reveladoras do que pode ser uma consciência coletiva, um espaço de todos para todos.


Uma performance que surge a convite do programa de Serviço Educativo do triciclo, que juntou o artista multidisciplinar João Gigante, conhecido como Phole no mundo da música, para trabalhar num espetáculo original com o Teatro de Balugas, grupo cénico amador radicado na freguesia de Balugães, Barcelos.

triciclo, 2024

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